All posts by Isabella Ryan

Pedestres também tem direito ao DPVAT?

Além do seguro de particulares que todo dono de veículo pode fazer, todos os envolvidos em acidente de trânsito podem acionar o DPVAT. O processo é simples e ele cobre tanto quem está no carro e fora dele. Saiba mais a seguir. 

O que seria o DPVAT?

Das taxas pagas anualmente por proprietário de veículos no Brasil há o DPVAT. O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) indeniza todas as vítimas envolvidas em um acidente de trânsito. 

É um seguro contra acidente diferente de um seguro de vida ou seguro de carro. Um seguro de vida (feito por qualquer pessoa pagando um determinado valor) cobre danos permanentes de saúde e morte deixando o valor para os entes queridos. Mas cobre apenas da pessoa a qual contratou e não de terceiros. 

Já o seguro de veículo cobre danos materiais do asseguro principal, de terceiros e para as vítimas do acidente caso ele tenha culpa. Se ele não tiver causado danos a ninguém recebe nenhum valor por isso. Apenas recebe o reparo do pago pagando o valor da franquia.

Com o seguro DPVAT é bem diferente. Não é preciso ter veículo para ter direito. Ele cobre vítimas de acidente de trânsito, sendo ele o causador do sinistro ou não. O próprio motorista que bateu o carro em alguém pode acionar, assim como sua vítima. 

Quem está coberto pelo DPVAT?

Todos os envolvidos em um acidente de trânsito em região urbana ou não podem acionar o DPVAT. Mas como pré requisito a pessoa precisa ter sofrido algum dano à sua saúde causado por um veículo automotor. 

São cobertos pelo seguro DPVAT:

  • Motorista;
  • Passageiros do carro;
  • Pedestres.

Se o pedestre está envolvido em um acidente de carro, sendo culpa dele ou não, ele terá direito ao seguro. Contudo, ele precisa ter sofrido algum dano e comprovar a sua participação no acidente. 

A comprovação é por meio de laudo médico emitido no atendimento após o acidente. O documento do órgão de trânsito informando a colisão também serve de prova. Posteriormente mais provas devem ser unidas de laudos médicos de lesões permanentes ou que necessitem de tratamento de médio a longo prazo para servirem como provas e assim o seguro ser liberado.

O que é coberto pelo DPVAT?

Todos os danos relacionados com saúde são cobertos mas com valor máximo estipulado. Tratamentos como fisioterapia e exames para quem ganhou apenas machucados e lesões temporárias podem ser cobertos. 

Os valores do Seguro DPVAT 2018 vão de R$ 1.250 a R$ 13.500. Podem ser modificados de acordo com a necessidade e atualização da inflação. Como é a Seguradora Líder a responsável, ela quem estipula os valores a serem recebidos e quem possui direito a qual indenização.

Os pagamentos mais altos são referentes à incapacidade motora(perder movimentos de membros ou coluna), amputação parcial ou total de um membro ou morte. No caso de morte serão os herdeiros a receber o pagamento, podendo ser pago para esposa e filhos ou dividido entre eles. 

FONTE

 

IPVA pago a mais: O que fazer?

Pagamento do IPVA apenas via boleto bancário. Em alguns estados o documento para pagamento é enviado para as residências, enquanto em outros apenas retirando online. O fato é que ele deve ser pago na íntegra ou a pendência não sai do sistema. Pagando a mais há como solucionar o problema. Saiba mais a seguir. 

Como pagar o IPVA

O Imposto Sobre Propriedade Veicular (IPVA) é um compromisso anual entre proprietários de carros, motos e demais veículos motorizados e o Departamento de Trânsito (Detran). O primeiro trimestre do ano é quando ele começa a ser liberado para pagamento. 

Apesar de cada estado possuir um método próprio do boleto chegar nas mãos do contribuinte ele é enviado sempre no primeiro trimestre por ano. Em algumas cidades já em janeiro começa a emissão. Mas em todas as localidades é só entrar no site do Detran ou se dirigir até uma sede da Secretaria da Fazenda (Sefaz) e solicitar uma segunda via.

As opções de pagamento são parcela única (à vista com Desconto IPVA 2018 de 10%) e à prazo. O pagamento em parcelas não exige diferenciais além do valor final e a quitação constará no sistema desde a primeira parcela. Mas se as demais não forem pagas continua o débito e pode haver multa e apreensão. 

Paguei o IPVA a mais: e agora?

O pagamento do IPVA pode ser realizado em lotéricas ou caixas de banco. Online através do auto atendimento também é possível para quem é correntista de um banco. Não existe como pagar em dinheiro diretamente ao Detran. 

A opção de pagar IPVA online exige digitar o código de barras e com isso o valor pode ser preenchido errado. Os quatro últimos dígitos do boleto correspondem a seu valor e se vierem em branco o cliente digita manualmente. Neste opção pode ser pago IPVA a mais. O boleto danificado também não permite a leitura nos caixas e a digitação manual do operador pode ser necessária, gerando mais um erro. 

Um valor a menos deixa o imposto em aberto. Valor a mais pode ser recuperado diretamente no Detran. Para isso o processo é simples:

  • Dirija-se até uma unidade do Detran com o comprovante de pagamento do IPVA e o boleto;
  • Preencha o formulário referente a estorno de transação financeira;
  • Apresente os documentos e informe no formulário sua conta bancária;
  • O valor pago a mais deve ser estornado em até 90 dia.

Dica: tire xerox do documento porque alguns papéis acabam apagando.

O que acontece com quem não paga o IPVA?

Veículo circulando sem IPVA pago nas ruas é considerado ilegal. Não importa se foi comprado no Brasil ou em outro país e trazido para as terras nacionais. Ele deve ter seus impostos anuais pagos. 

Uma fiscalização de rotina pode apreender se não houver a quitação seja carro, moto, caminhão ou outro meio de transporte de passageiros (com remuneração ou não). Também deve-se pagar o débito ou não se pode circular e ainda há a multa. 

Quanto mais tempo sem pagar mais caros são os juros (diários). Ainda há a multa por atraso a somar no valor. 

FONTE

Por que é importante estar com o licenciamento em dia?

A importância do IPVA e DPVAT são inegáveis para os proprietários de veículos no Brasil. Mas há uma terceira taxa a ser paga tão importante quanto: o Licenciamento. Igualmente anual como as citadas acima, é de suma importância para manter o carro, moto ou semelhante atualizado. Saiba como funciona a seguir. 

O que é um licenciamento de veículo?

Licenciamento é um procedimento de checagem para autorizar um veículo a andar nas ruas. Sem a devida autorização ele é considerado ilegal e não pode sair da garagem. 

Licenciar um veículo significa que ele está devidamente autorizado com as normas de segurança técnica para circular na rua. O procedimento para essa autorização ser dada acontece por meio de uma vistoria, conduzindo o carro, moto ou outro tipo de veículo até um dos locais autorizados pelo Detran. 

O Detran atrela três procedimentos em conjunto: licenciamento, vistoria e emissão do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV). A vistoria verifica se o licenciamento é permitido e só então pode-se emitir o CRLV, de validade anual.

Mas a ordem começa um pouco antes. Deve-se pagar o IPVA, marcar a vistoria e depois ter a emissão da Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) autorizada. Na troca de posse de um veículo é preciso fazer a vistoria apenas se ela estiver em atraso.

Por que o licenciamento é importante?

Antes de pensar no procedimento em mais uma taxa a ser paga é preciso compreender um pouco mais sobre a sua importância. Há milhares de veículos nas ruas e cada dono possui a sua própria linha de pensamento sobre conservação de um veículo, seu bom estado e segurança. Nem todos seguem as normas e dirigem ou pilotam do mesmo jeito. 

O procedimento do licenciamento exige uma fiscalização por mecânicos devidamente certificados do Detran. Neste ponto eles verificam as boas condições do veículo de andar nas ruas com oferta de segurança para o condutor, seus passageiros e também os pedestres.

As normas técnicas verificadas na vistoria vão desde o bom estado o motor até a segurança padrão. Um carro sem cinto de segurança, por exemplo, não é considerado seguro e não pode circular nas ruas. A ideia é garantir que todos os envolvidos em um trânsito esteja dentro das normas e diminuir as chances de acidentes.

Como obter o licenciamento?

Para obter o licenciamento o primeiro passo é pagar a taxa do procedimento que vai de R$ 50 a R$ 100. Varia de estado para estado. 

Depois é necessário agendar a vistoria. No geral é cumprido o prazo de dia e hora marcado. O agendamento pode ser feito no site do Detran de sua cidade ou pessoalmente em um dos pontos de atendimento. 

Se na vistoria estiver tudo certo com o veículo será informado no sistema do Detran e o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo pode ser emitido.

Todos os anos esse mesmo passo a passo deve ser repetido. Infelizmente nem todos os proprietários fazem e por isso sempre há um aumento do número de acidentes.

Comprar moto com IPVA atrasado vale a pena?

Moto é um veículo de fácil condução nos grandes centros urbanos. Vem ganhando preferência nacional pelo baixo valor do combustível e facilidade de estacionamento, em especial nas capitais. Mas na compra de um modelo usado é preciso ter atenção especial ao IPVA. Pode valer a pena comprar o modelo com débitos, mas nem sempre é interessante. Saiba mais a seguir. 

Consequências do IPVA de moto atrasado

O Imposto Sobre Propriedade Veicular (IPVA) é de pagamento anual cobrado pelo Departamento de Trânsito (Detran). Deve ser pago por donos de carros, motos, caminhões, vans e todos os tipos de transporte terrestres se não possuírem isenção por lei em casos especiais. 

A cobrança do imposto é realizada sempre no primeiro trimestre de cada ano. O boleto é enviado para a residência do contribuinte ou ele pode obter online através do site do Detran. Se não pago gera algumas consequências. 

Sem o IPVA o veículo não consegue os documentos novos de sua possa e autorização para dirigir. Pode ser apreendido e não consegue nem ao menos circular na rua, pois está em situação ilegal. Com este imposto não pago não há negociação: o bem móvel será apreendido e não importa se um dia ou meses de atrasos. 

Comprar moto com IPVA atrasado: o que acontece?

No início de cada ano é muito comum muitos donos de moto devendo o IPVA RJ ou de outros Estados venderem por não conseguirem arcar com os débitos. Para o comprador parece ser uma boa barganha obter um desconto mas nem sempre é. Faz-se necessário entender o que o atraso no IPVA de uma moto pode gerar. 

Sem o IPVA pago não é possível agendar o licenciamento. Se você comprou mas precisa mudar o emplacamento porque mora em outra cidade não consegue fazer este pequeno trâmite porque a pendência não permite o agendamento.

O novo documento do veículo também não é emitido. Para mudar o dono da moto no cadastro do Detran é preciso estar com todos os débitos em dia, isso vale para multas e IPVA. Mesmo que você pague ao antigo dono ficará ainda no nome dele. Logo, em caso de algum problema com o Detran terá que procurar por ele sempre. 

O maior risco de atraso do IPVA de moto ainda é apreensão. Passada a data de validade e o documento da moto não atualizado, em uma blitz o agente pode apreender e multar. Neste momento a dívida fica ainda maior porque há o reboque e apreensão para serem pagos também para liberar a moto.

Vale a pena comprar moto com IPVA atrasado?

Cada caso é especial e depende um pouco do dono antigo. Se ele aceitar quitar os débitos antes de repassar evita menos problemas de circulação nas ruas. Vale a pena negociar aguardar um período até o novo documento com o nome do dono atual ser liberado. 

O IPVA pode entrar na negociação mas desde que se abata os juros. Isso pode abaixar sensivelmente o valor da moto e de fato valer a pena para o comprador.